
Noite fria, ergo-me da cama lentamente e aproximo o meu corpo da janela do meu quarto. Vejo ao fundo um vulto que dança na penumbra, os movimentos são mais do que uma dança é como que um chamamento vindo de um olhar que não vejo mas que temo nunca poder ver, o olhar de quem se atreve a me seduzir. A noite não me assusta, metade de mim vive de sombras e a outra metade esconde-se da luz.
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And the night goes by so very slow
1 comentários:
O interessante é que textos como o seu, acabam dando uma idéia diferente a cada um que lê...
na minha mente surgiu uma história, imagens...coisa doida, surreal...
Modelo e poetisa...
Bela foto!
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